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Leonardo Vasconcellos — Primeiro Site
Um site pessoal bilíngue codificado à mão de 2007, catalogando mais de 13 plataformas PHP/MySQL construídas para clientes — um cartão de visitas montado antes de full-stack ser um cargo e antes de o GitHub ser um portfólio.

Capturas de tela
Visão geral
Este foi o primeiro rastro de Leonardo na web — um site pessoal bilíngue construído à mão em 2007, antes de o GitHub existir como plataforma de portfólio e antes de "marca pessoal" entrar no vocabulário dos desenvolvedores. Ele o montou em HTML e CSS puros porque já havia entregue trabalho suficiente para clientes a ponto de precisar de uma vitrine, e porque a forma mais direta de ter um site é construir um.
Bilíngue desde o primeiro dia. O site funciona em inglês e português por meio de árvores de diretórios paralelas (en/ e br/), cada uma com estruturas de página espelhadas e um sistema de design compartilhado. Sem bibliotecas de i18n, sem etapas de build — apenas uma separação estrutural limpa que permitia a clientes brasileiros e internacionais navegar em seu próprio idioma. O requisito bilíngue foi incorporado à arquitetura desde o início, não acoplado depois.
Um catálogo vivo de trabalhos para clientes. A seção de portfólio documenta cada sistema em produção que Leonardo havia entregue até 2007: plataformas CMS PHP/MySQL sob medida construídas para clientes que precisavam gerenciar o próprio conteúdo sem equipe técnica; um sistema de e-commerce com gestão completa de estoque, integração de pagamento por boleto bancário e busca com tecnologia Google; um motor de e-mail marketing (Reacher WebMailer) com segmentação de público, um editor de templates WYSIWYG e envios em lote agendados por CRON que entregavam e-mails personalizados — não disparos em massa — para escapar dos filtros de spam; um sistema de registros de assistência social do governo (Secretaria do Bem Estar Social) substituindo arquivos de papel por cadastros familiares digitais, acompanhamento de programas e relatórios impressos em HTML; e uma ferramenta de web analytics adaptada de código aberto e estendida com dados geográficos regionais brasileiros.
A maioria das entradas credita autoria única: design, análise e implementação por Leonardo. Para os clientes, isso significava um único ponto de contato do briefing à implantação — projetos mais enxutos, sem repasses, sem incompatibilidades de versão e sem overhead de comunicação entre designer e desenvolvedor.
Um histórico profissional completo. A seção de currículo se lê como a história de origem de um engenheiro de sistemas: administração de redes Windows NT a partir de 1996, Linux (cursos oficiais da Conectiva), Oracle, SQL Server, ASP, configuração de servidor MacOS X na Quantic Solutions, um sistema B2B Oracle/SSI para a Franke Douat e quatro anos de desenvolvimento web independente. Sua certificação MCP (Microsoft Certified Professional, Windows NT4) datava de 2000 — quando muitos desenvolvedores da sua idade ainda estavam aprendendo HTML.
O design em si. Fundo preto, texto de corpo em verde #00FF00, estados de hover em amarelo ácido. Era 2007, e a estética era deliberada — paleta de terminal, contraste máximo, sem cantos arredondados, sem gradientes. O layout era baseado em tabelas (a abordagem cross-browser correta antes de o posicionamento em CSS ser confiável), com cabeçalhos fatiados em imagens e um filtro de sombra do Microsoft IE para dar profundidade. Uma implementação tecnicamente correta da web como ela existia na época.
Destaques
Experiência de navegação totalmente bilíngue (EN/PT-BR)
árvores de diretórios paralelas e estruturas de página espelhadas permitiam a clientes brasileiros e internacionais navegar em seu próprio idioma, anos antes de existirem bibliotecas de internacionalização, ampliando o alcance de uma prática de uma só pessoa.
Um catálogo vivo de mais de 13 plataformas de clientes
sistemas de CMS, e-commerce, e-mail marketing e registros governamentais entregues para clientes reais, transformados em um portfólio que se atualiza sozinho e que vendia antes mesmo de uma primeira reunião.
Construção codificada à mão, sem frameworks
layout baseado em tabelas, cabeçalhos fatiados em imagens e efeitos de profundidade cross-browser entregavam um site tecnicamente correto sem ferramentas ou dependências, comprovando domínio direto da plataforma bruta.